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CASO DONADON AFRONTA MORALIDADE

 

Natan-Donadon CASO DONADON AFRONTA MORALIDADE

Há pouco tempo assistimos a várias manifestações que de forma surpreendente sacudiram as estruturas politicas do país. Capitaneados pelos jovens, a população se dirigiu às ruas e aos centros do poder e demonstraram sua indignação contra o pouco caso que os políticos ao longo da república brasileira faz dos seus anseios.

Inicialmente afigurou-se que a classe politica havia aprendido a lição, pois principiou a tomar algumas atitudes que apontavam para esta direção. Porém, passados apenas dois meses, nada se tem para comemorar ou aplaudir de qualquer providência tomada por parte do governo ou dos parlamentares.

Pior, a Câmara dos Deputados chegou à aberração de manter os direitos do deputado Natan Donadon, condenado pela justiça por furtar manhosamente o dinheiro público. O agora presidiário foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal e teve seus direitos políticos suspensos por 13 anos.

Outro fato que chama a atenção, principalmente após as recentes manifestações, é o cochilo da população, que se mostrou tolerante. Eles, nós, enfim os indignados teriam que ser mais vigilantes e demonstrar sua indignação além das redes sociais. Todos deveriam estar apostos ao congresso e usar desse sentimento de revolta para forçá-los a não tomar mais uma decisão que afronta a moralidade.

Lembro que essa desastrada decisão da Câmara, afronta o poder judiciário, fragilizando a ambos. Em épocas não tão remotas, vimos atitudes parecidas minar a democracia, dando ensejo ao autoritarismo dominar o executivo, nos levando, e a outros países á ditadura.

Em 2014 teremos mais uma oportunidade de começarmos a moralizar de vez este país, com a arma mais temida pelos políticos oportunistas: o voto consciente.

É necessário se quisermos verdadeiramente deixar para nossos filhos, para nossos netos, e para os filhos destes, um país de homens éticos, que comecemos agora a votar além dos nossos interesses pessoais, colocando no eixo do poder, pessoas de passado ilibado e atitudes dignas no presente, sem nunca nos darmos ao luxo de deixarmos de ser vigilantes.

 

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