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7 Dos Piores Assassinos Brasileiros de Todos os Tempos

Cabo Bruno

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Florisvaldo de Oliveira, mais conhecido como Cabo Bruno foi um ex- policial da Polícia Militar do Estado de São Paulo, acusado de mais de cinquenta mortes na periferia de São Paulo durante os anos 80. O apelido vinha desde a infância em Catanduva, uma provocação dos colegas comparando-o a um alcoólatra das redondezas chamado Bruno. Mesmo a mãe passou a chamá-lo apenas assim. Cabo Bruno era o que se conhece como “justiceiro”, pessoa que é contratada para matar outras, geralmente nas periferias. Dizia-se que ele matava “por odiar marginais”, embora depoimentos sugerissem que algumas execuções teriam sido motivadas pela aparência das vítimas.

A maioria dos fuzilamentos de que foi acusado deu-se em 1982, e os muitos corpos crivados de balas encontrados na região durante aquele ano causaram pânico. Os carros que ele usava — um Chevette, um Maverick e um Opala —, cujas cores sempre era mudadas, ajudaram a criar sua fama.

Depois de 12 julgamentos — em um deles, vários outros policiais compareceram ao tribunal para pressionar, mas as provas eram muitas —, Cabo Bruno foi condenado a 113 anos de prisão. 

Em 22 de agosto de 2012, a Justiça de Taubaté concedeu-lhe a liberdade após 27 anos de prisão.

Pouco mais de um mês após deixar a prisão, Cabo Bruno foi morto com dezoito ou vinte tiros no bairro Quadra Coberta, em Pindamonhangaba, por volta das 23h30 da noite de 26 de setembro de 2012. Ele retornava de um culto religioso no município de Aparecida acompanhado por parentes, que nada sofreram, e os disparos foram dados por dois homens. “Segundo testemunhas, eram dois homens que chegaram a pé e atiraram somente contra ele”, explicou o tenente da 2ª Companhia do 5º Batalhão da Polícia Militar. “Não foi anunciado assalto. Havia um carro próximo do local, possivelmente utilizado pelos atiradores na fuga. Não temos pistas ainda sobre a autoria. Provavelmente foi um crime de execução, porém isso ficará agora a cargo de a Polícia Civil investigar. Morto na mesma hora, não foi levado ao hospital, e os peritos recolheram cápsulas de uma pistola ponto 40 e de outra arma calibre 380.

Maníaco do Parque

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Francisco de Assis Pereira, que ficou conhecido como o maníaco do parque, estuprou e matou pelo menos seis mulheres e tentou assassinar outras nove em 1998. Seus crimes ocorreram no Parque do Estado, situado na região sul da capital do estado de São Paulo, Brasil.

Francisco de Assis Pereira tem em sua infância traumas sexuais como a maioria dos assassinos em série. Uma tia materna o teria molestado sexualmente na infância e com isso ele teria desenvolvido uma fixação em seios. Já adulto, um patrão o teria seduzido, o que levou ao interesse por relações homossexuais, e uma gótica teria quase arrancado seu pênis com uma mordida, fazendo com que ele tivesse medo da perda do membro viril. Além da ocorrência de uma desilusão amorosa que marcou sua vida.

Antes dos crimes ele também mostrou seu outro lado. Thayná, uma travesti com quem viveu por mais de um ano, constantemente apanhava de Francisco recebendo socos no estômago e tapas no rosto, exatamente como algumas das mulheres que sobreviveram relataram. Por conta da “gótica”, citada anteriormente, ele sentia dor durante o ato sexual, segundo fontes e teses a impossibilidade do prazer é que fez de Francisco o famoso “Maníaco do Parque”.

Condenado a uma soma de 130 anos de prisão, Francisco diz que hoje se considera uma “pessoa normal”. Segundo ele, está vivo por causa de sua fé. Ele diz que o que fizera no passado não teria sido fruto de sua própria vontade, mas sim de “uma coisa maligna, maldita”.

Pedrinho Matador

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Pedrinho Matador perseguia e matava outros criminosos, descarregando seu instinto assassino naqueles que considerava “maus”.

Matou pela primeira vez aos quatorze anos e hoje acumula mais de cem homicídios, incluindo o do próprio pai, sendo que 47 pessoas foram mortas dentro dos presídios pelos quais passou. Ainda não respondeu por todos os crimes, mas já foi condenado a quase quatrocentos anos de prisão, a maior pena privativa de liberdade já aplicada no Brasil.

Nasceu numa fazenda em Santa Rita do Sapucaí, sul de Minas Gerais, com o crânio ferido, resultado de chutes que o pai desferiu na barriga da mãe durante uma briga. Conta que teve vontade de matar pela primeira vez aos 13 anos. Numa briga com um primo mais velho, empurrou o rapaz para uma prensa de moer cana e, por pouco, não morreu.

Aos 14 anos ele matou o vice-prefeito de Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais, com tiros de espingarda em frente à prefeitura da cidade, por ter demitido seu pai, um guarda escolar, na época acusado de roubar merenda escolar. Em busca de vingança pelo assassinato da companheira, matou e torturou várias pessoas, tentando descobrir os responsáveis. O mandante, um antigo rival que havia sido delatado por sua ex-mulher, recebeu a visita de Pedrinho e quatro amigos durante uma festa de casamento. Deixaram um rastro de sete mortos e dezesseis feridos. A essa época, Pedrinho ainda não havia completado 18 anos.

Ainda em Mogi, executou o próprio pai numa cadeia da cidade, depois que este matou sua mãe com 21 golpes de facão. A vingança do filho foi cruel: além de 22 facadas, arrancou o coração do pai, mastigou uma parte e depois a cuspiu, segundo dito no programa da Rede Record com o jornalista Marcelo Rezende.

Pedrinho foi preso pela primeira vez em 24 de maio de 1973 e ali viveu toda a idade adulta. Também por causa de crimes cometidos dentro dos presídios, que aumentaram suas penas para quase 400 anos, sua permanência na prisão foi prorrogada pela Justiça até 2017. Pedrinho contava com a liberdade para refazer sua vida ao lado da namorada, uma ex-presidiária cujo nome ele não revela. Eles se conheceram trocando cartas. Depois de cumprir pena de 12 anos por furto, ela foi solta e visitou Pedrinho no presídio de Taubaté.

Jurado de morte por companheiros de prisão, Pedrinho é um fenômeno de sobrevivência no duro regime carcerário. Dificilmente um encarcerado vive tanto tempo. Matou e feriu dezenas de companheiros para não morrer. Certa vez, atacado por cinco presidiários, matou três e afugentou os outros dois. Matou um colega de cela porque “roncava demais” e outro porque “não ia com a cara dele”. Para não deixar dúvidas sobre sua disposição de matar, tatuou no braço esquerdo: “Mato por prazer”, coberta recentemente por outra tatuagem.

Pedrinho poderia ser descrito, segundo a psiquiatria como psicopata – alguém sem nenhum remorso e nenhuma compaixão pelo semelhante. Psicopatas não desenvolvem afeto; há hipóteses de que Pedrinho desenvolvia por sua mãe, e sua ex-namorada, o que melhor categoriza-o como sociopata, por querer vingar a causa delas. Psiquiatras que o analisaram em 1982 para um laudo pericial, escreveram que a maior motivação de sua vida era ‘a afirmação violenta do próprio eu’. Diagnosticaram ‘caráter paranoide e anti-social’.

Após permanecer 34 anos na prisão, foi solto no dia 24 de abril de 2007. Informações da inteligência da Força Nacional de Segurança indicavam que ele havia se deslocado para o Nordeste, mais precisamente para Fortaleza no Ceará.

O Monstro do Morumbi

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O Monstro do Morumbi é o apelido de José Guerra Leitão, responsável pela morte de mais de 20 mulheres nos estados de São Paulo e no Pará. Leitão foi condenado a mais de 60 anos de prisão e cumpriu a pena máxima brasileira – que é de 30 anos – no Presídio São José, em Belém do Pará. Ele está em liberdade desde 2001.

Os crimes pelos quais Leitão foi penalizado aconteceram nas décadas de 60 e 70. O que mais chamava a atenção dos especialistas era a frieza do assassino, que largava as vítimas em terrenos baldios sempre da mesma maneira: nuas, amordaçadas, pés e mãos amarrados com pedaços das roupas e com indícios de estrangulamento e violência sexual.

Segundo especialistas, Leitão se tornou serial killer por causa de sua infância conturbada, já que, desde muito cedo, ele cuidava do pai com hanseníase (lepra), higienizando-o e retirando as partes necrosadas das lesões causadas pela doença. Além de ter uma mãe prostituta e que o levava em alguns programas, fazendo-o assistir a ela se deitar com estranhos. Com isso, Leitão passou a odiá-la. Pesquisas feitas nos corpos das vítimas indicam que O Monstro do Morumbi buscava mulheres que tivessem aparência semelhante à de sua mãe

Dioguinho

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Diogo da Rocha Figueira, mais conhecido como Dioguinho (Botucatu, 9 de outubro de 1863 — Margens do Rio Mojiguaçu, 1 de maio de 1897) foi um criminoso brasileiro atuante no interior de São Paulo no final do século XIX. A ele foram atribuídos mais de 50 assassinatos praticados entre 1894 e 1897. Escondido no extremo oeste do estado, foi perseguido por uma força-tarefa do governo, sendo dado como morto em 1897 após um tiroteio com as autoridades, nas margens do Rio Mojiguaçu. O cadáver, no entanto, jamais foi recuperado.

Seus feitos foram exaustivamente explorados pela imprensa da época, sendo posteriormente tema de diversos livros, como Dioguinho, publicado em 1901 por João Rodrigues Guião, Dioguinho, narrativas de um cúmplice de dialecto, publicado em 1903 por Antonio de Godoi Moreira e Costa, o filme Dioguinho de 1917, e Dioguinho, o matador dos punhos de renda, do jornalista João Garcia, publicado em 2002.

Maníaco do Trianon

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Fortunato Botton Neto que ficou conhecido como o Maníaco do Trianon, era um garoto de programa que atuava no Parque Tenente Siqueira Campos, mais conhecido como Parque Trianon ou Parque do Trianon como é chamada a região em torno da área verde em frente do Museu de Arte de São Paulo (MASP) próximo à Avenida Paulista, em São Paulo, onde assassinava seus clientes.

Entre 1986 e 1989, uma série de misteriosos assassinatos assustou a cidade de São Paulo. Um decorador, um psiquiatra, um diretor de teatro e um professor figuravam numa longa lista de mortos. Em comum, as vítimas eram homens, que tinham de 30 a 60 anos, viviam sozinhos, eram independentes financeiramente e todos eram homossexuais. Todos foram brutalmente assassinados com métodos que levaram a polícia a apostar na existência de um serial killer.

A frieza com que Neto relatou seus crimes chocou até os mais experientes policias que trabalhavam no caso. Em um de seus depoimentos, o maníaco diz: “Matar é como tomar sorvete: quando acaba o primeiro, dá vontade de tomar mais, e a coisa não para nunca”. Depois de combinar o preço do programa, ele seguia para o apartamento das vítimas, onde bebia com elas até que ficassem totalmente alcoolizadas. Amarrava os tornozelos e os pulsos, amordaçava e matava por estrangulamento, golpes de faca ou chave de fenda. Terminado o serviço, ele vasculhava o apartamento da vítima à procura de dinheiro e objetos valiosos que pudessem ser vendidos facilmente sem levantar suspeita.

O Maníaco do Trianon no total matou 13 pessoas entre 1986 e 1989, mas foi condenado por três dos sete crimes que confessou. Morreu no presídio de Taubaté em São Paulo em fevereiro de 1997, de broncopneumonia decorrente da AIDS, que adquiriu de uma de suas vítimas.

Francisco Rodrigues

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Francisco das Chagas Rodrigues de Brito, ex-mecânico e assassino em série foi responsável pela morte de várias crianças no Maranhão e no Pará, mantendo em comum sua emasculação – em episódio que ganhou repercussão internacional como “caso das crianças emasculadas do Maranhão”.
O caso de crianças pobres mortas em sequência na capital maranhense São Luís foi elucidado em 2004 a partir do assassinato do menor Jonahtan dos Santos que, antes de desaparecer, havia dito que iria se encontrar com o mecânico.

Preso como suspeito, o mecânico acabou confessando a morte de Jonahtan e outros 16 meninos, levando os investigadores à elucidação de assassinos que ocorriam desde o ano de 1997, também no município de Paço do Lumiar e São José de Ribamar, sendo então encontradas duas ossadas no terreno da casa em que morava.

A falta de esclarecimento desses homicídios, negligentemente tratados ao longo dos anos, levou o Brasil a ser denunciado por organizações junto à Corte Interamericana de Direitos Humanos, da OEA.

Os crimes do mecânico se estenderam também pela cidade paraense de Altamira, perfazendo um total de 42 crianças mortas e emasculadas.

Em seus crimes o assassino, que revelava nítidas características psicopatas (procura se justificar, total ausência de piedade, constrói mentiras), abusava sexualmente das suas vítimas e, após matá-las, as mutilava, cortando as orelhas, os dedos e em quase todas, praticava a emasculação.

* Emasculação é o ato de extirpação da genitália externa masculina: pênis e escroto com seu conteúdo (testículos).

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