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O PAPA NO BRASIL

Papa O PAPA NO BRASIL

 

Por Gil DePaula

Segundo a bíblia, Jesus constitui a Igreja sobre um dos apóstolos quando lhe afirma: “você é Pedro, e sobre esta pedra construirei minha Igreja”. Desta afirmação podemos facilmente concluir que o nome maior do cristianismo, determina que Pedro seja o alicerce para a criação e consolidação da Igreja Cristã.

A Igreja Católica Apostólica Romana reconhece, após um rigoroso estudo, a existência de 266 Papas, entre eles Pedro, mesmo tendo sido o título criado apenas no século III. Seu pontificado teria ocorrido entre os anos 30 e 67, sendo seguido por São Lino escolhido pessoalmente por ele.

O nome mais adotado pelos Papas foi o de João, seguido por Gregório e Bento.

Tiveram ainda, os chamados antipapas, que eram pessoas que reclamavam para si o título de Papa. Hipólito de Roma é considerado o primeiro.

Também há relatos de uma Papisa que oficialmente não é reconhecida pela Igreja Católica.

O Papa que ficou mais tempo no cargo foi Pio IX, que pontificou por 31 anos, e o de menor tempo foi João Paulo I, nascido Albino Luciani, que ficou apenas um mês.

Agora, no século 21, temos o primeiro Papa sul-americano; Francisco, nascido Jorge Mario Bergoglio, em Buenos Aires, no dia 17 de dezembro de 1936, que sucede a Bento XVI, que recentemente abdicou ao papado.

E, é o Papa Francisco que o Brasil – em um momento conturbado da sua vida politica – o recebe em sua primeira visita internacional, para participar da Jornada Mundial da Juventude.

Como se era de esperar, milhões de fieis em todo o país, estará agora e nos próximos dias ocorrendo aos locais que o Pontífice comparecerá. Bem como já é de se imaginar que outros grupos aproveitarão o momento para protestarem contra os fatos que acharem pertinentes.

Independentemente, da crença e da religião de cada um, e com a certeza que o Papa trará uma mensagem de paz e amor, vejo este como um bom momento para fazermos uma reflexão sobre todos os nossos valores espirituais, que sem dúvidas passam primeiramente sobre a máxima de Jesus: “Amai-vos aos outros como a si mesmo”. Preceito este, que se cumprido, mudaria radicalmente a vida do povo brasileiro, pois não se é capaz de imaginar que alguém que amasse a outro como a si, permitisse que este vivesse em condições miseráveis. Permitisse que o seu irmão padecesse em longas filas de hospitais. Que morasse sobre escombros e esgotos. Que não tivesse segurança ao sair às ruas, enquanto rios de dinheiro são mal aplicados e desviados.

Tenhamos esperança que a visita do Papa traga a Luz que queimará o mal enraizado nos corações dos gananciosos, iluminando-os com o amor da cooperação e ajuda ao próximo.

 

 

 

 

 

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