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Tramas do Destino e a Justiça Divina

TD1 Tramas do Destino e a Justiça Divina

Muito difícil, senão de todo improvável ao estudioso da problemática humana, compreender do ponto de vista da unicidade das existências, as tramas do destino. Examinada apenas uma vida, mesmo com o melhor apuro psicológico, não se dispõe de dados para explicar a justiça divina, em se considerando a pluralidade dos sucessos felizes e desgraçados que gravitam em torno dos homens, e que os distingue na vasta gama policromada das suas conquistas e quedas.

De um só golpe, é inexequível tentar abarcar o campo de ação e as ocorrências num todo fixo e completo, no qual o homem seja uma peça impulsionada por um determinismo cego ou alguém cujo livre-arbítrio disponha de uma clarividência muito especial para tudo realizar numa só vida, acertando e sublimando-se, equivocando-se e reabilitando-se.

As conceituações da predestinação pela graça, das concessões pelo ingresso no paraíso e das punições infernais encontram-se ultrapassadas, mesmo no seio de algumas das religiões que as prescreviam.

Por outro lado, negando-se o Autor Divino da Criação, e a vida sendo relegada ao caos, isto não basta para explicar os porquês inteligentes que a todos assomam e dominam, diante das incontáveis aquisições do espírito humano, aturdido em face das inquestionáveis provas da sobrevivência do ser, da comunicabilidade do princípio intelectual depois do túmulo.

As modernas doutrinas da Parapsicologia, da Psicobiofísica e outras ciências experimentais equivalentes tentam colocar no lugar do Espírito, com que não se defrontam nos seus laboratórios, sucedâneos materialistas e energeticistas, sem o êxito que seria de esperar-se, porquanto esses mesmos agentes se esboroam, quando colocados diante de novos fatos que espocam, incessantes.

A temerária reação contra o Espírito, entidade inteligente que preexiste ao corpo e lhe sucede após a morte, vivendo com ou sem a aparelhagem somática, lentamente vai sendo vencida, embora a cautelosa posição assumida pelos pesquisadores científicos e estudiosos da atualidade.

Mantendo intransigente atitude contrária à Religião, de que a Ciência foi vítima milenarmente, transitam os modernos parapsicólogos e psicobiofísicos, com algumas exceções, adotando intolerantes posições de anátema contra a fé, numa reação injustificável.

Asseveram que ainda não têm provas concludentes, definitivas, da sobrevivência do Espírito ao túmulo, nem documentação alguma que consiga provar a existência da alma.

Toda vez que um fato novo faz soçobrar a teoria negativista anterior, apressam-se por elaborar outra que atenda com relativa eficiência ao propósito a que se aferram, na mesma inquietação e insegurança que caracterizavam os metapsiquistas de ontem e os psiquistas do passado.
A imortalidade, no entanto, triunfa sobre os seus negadores.

Os homens Inter existentes, os homens PSI multiplicam-se e os fenômenos de que são objeto impõem urgente reconsideração nas ideias e opiniões preconceituosas.

As enfermidades da mente sucedem-se, avassaladoras, na razão direta em que os métodos psiquiátricos, psicanalíticos e psicológicos se aprimoram, incapazes de deter a grande avalancha dos distônicos, dos esquizoides, dos neuróticos, dos psicóticos…

Saturado do tecnicismo, o homem cético arroja-se na busca das emoções fortes e ressuscita cultos demoníacos, missas negras, sabats, ansioso pelo sobrenatural, pelo fantástico…

As orgias de sangue, sexo e droga fazem-no recuar às origens do primitivismo, revelando a falência das conquistas extrínsecas e o malogro da ética dissociada das aspirações legítimas, tornada passadista…

Fantasmas reais e imaginários prenunciam hecatombes gerais, desde que as parciais se sucedem por toda parte.

As soluções superficiais e apressadas não resolvem as questões complexas de profundidade, atenuando na superfície os efeitos, sem remover nas causas as legítimas raízes em que se fixam os males contínuos.

O homem moderno se encontra aturdido.

O homem moderno se encontra aturdido.

Adicionando-se a essas inquietantes injunções, surgem as parasitoses espirituais, que os acadêmicos insistem em ignorar, teimando desconsiderá-las.

Não obstante, nas células espíritas onde vibram as harmonias do Consolador prometido por Jesus, reaparece a terapêutica do Evangelho, através de técnicas especiais com que se libertam perseguidos e perseguidores, facultando-se-lhes a saúde íntima, a paz…

Nas suas nobres tarefas de desobsessão, defrontam-se os dois mundos em litígio: o espiritual e o físico, de cujos painéis se pode apreender, nas causas reais, a lógica dos efeitos que engendram e produzem as tramas dos destinos.

Mediante o conhecimento da reencarnação, da pluralidade das existências planetárias, pode-se formar o quadro esclarecedor, para se entenderem as ocorrências que escapam, aparentemente misteriosas, muitas vezes inexplicáveis …

O homem não experimenta uma só e única vida terrestre. A Terra é seu berço e sua escola, onde evolui, necessitando de mais altas aquisições espirituais. Suas experiências exitosas ou malsucedidas produzem a engrenagem em que se movimentará no futuro. A cada ação corresponde uma reação equivalente.

Não sendo a morte mais do que uma transferência de posição vibratória, a vida mantém sua interação e harmonia nas diversas situações no corpo físico e fora dele, sem qualquer solução de continuidade ou defasagem perturbante.

Pretérito Espiritual

Pretérito Espiritual


Muitos dos problemas graves, no contingente da saúde física e mental que a Medicina depara a cada momento, têm suas raízes no pretérito espiritual do paciente. Seus erros e suas aquisições fazem-se os agentes da sua paz ou da sua perturbação. Reencarnando cada qual com a soma das próprias experiências, diferentes são as situações pessoais, conforme se observa no mundo.
Vinculados aos desafetos de que se desejaram livrar, mas de que não se liberaram, padecem-lhes as injunções e influências maléficas.

Auto-obsessões, obsessões, subjugações são capítulos que merecem da Patologia Médica estudo simultâneo, à base dos postulados do Espiritismo. A reencarnação é a chave para a explicação dos seus enigmas.

Ao lado das terapêuticas valiosas, ora aplicadas nas obsessões de vários portes, impõem-se os recursos valiosos e salutares da fluidoterapia e das expressivas contribuições doutrinárias da Terceira Revelação, que traz de volta os insuperáveis métodos evangélicos de que se fez expoente máximo Jesus, o Divino Médico de todos nós.

O amor e a prece, o perdão e a caridade, a tolerância e a confiança, a fé e a esperança não são apenas virtudes vinculadas às religiões passadas, porém, insubstituíveis valores de higiene mental, de psicoterapia, de laborterapia, que se fazem de urgência para neutralizar as ondas crescentes do ódio e da revolta, da vingança e da mágoa, da intolerância e da suspeita, da descrença e da desesperança, que irrompem e se instalam no homem, tudo avassalando intempestivamente.

Doutrina Espírita

Doutrina Espírita

A Doutrina Espírita dispõe de valiosos tesouros para a aquisição da felicidade na Terra e depois da desencarnação. Conhecê-la e praticar-lhe os ensinos representa uma ensancha ditosa para aqueles que aspiram a melhores dias, anelam por paz e laboram pelo bem.
(Nota digital: O Espírito está se referindo ao Laboratório Espiritual na experimentação, ou seja, prática mediúnica).

Convidamos os obsidiados e atormentados em si mesmos, ou perseguidos por Espíritos infelizes, à leitura e meditação da Obra “Tramas do Destino”, que nada acrescenta ao que já se escreveu sobre o assunto. Apenas recorda lições esquecidas, insiste em alguns pontos que consideramos importantes, e comenta os conceitos insuperáveis que constam da Codificação Kardequiana, verdadeiro monobloco de ciência, filosofia e religião perfeitamente integradas.

Os fatos aconteceram realmente, recebendo de nossa parte um tratamento especial por motivos óbvios. Não temos veleidades ou pretensões literárias. Animam-nos os propósitos de contribuir, de certa forma, para o deslinde das tramas do destino, cujo capítulo vem merecendo de nós cuidadosos estudos desde quando deambulávamos pela forma física, em nossa última reencarnação…

Considerando o trabalho terminado, alegramo-nos pela tentativa de servir, que se transformou em realidade de serviço.
Bom ou mal, cada leitor concluirá por si mesmo. Suplicando ao “Senhor dos Espíritos” que nos guarde, sou o servidor dedicado,

Pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda

Livros de Gil DePaula

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